sábado, 24 de setembro de 2016

PEC da reforma da Previdência vai atingir os militares, diz jornal


Reforma sem distinção na Previdência
Mudanças atingirão todos os brasileiros, inclusive militares e parlamentares
GERALDA DOCA
BRASÍLIA - A proposta de emenda constitucional (PEC) que vai alterar as regras do sistema previdenciário já foi fechada pelos técnicos do governo. De acordo com o texto encaminhado ao presidente Michel Temer, que deve bater o martelo na próxima semana, as mudanças vão atingir todos os trabalhadores brasileiros, do setor privado ao público, militares e até parlamentares, tendo regimes especiais ou não. Ao contrário do que chegou a ser divulgado anteriormente, as Forças Armadas entrarão na reforma da Previdência. E, para fechar brechas legais à chamada desaposentação (possibilidade de o aposentado continuar trabalhando e recalcular o benefício), a ideia é deixar claro na Constituição que a aposentadoria é “irreversível e irrenunciável” — conceito previsto apenas em decreto.
Sobre a desaposentação, há milhares de ações na Justiça, e o assunto já chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF). Uma decisão favorável aos trabalhadores poderá representar um esqueleto acima de R$ 100 bilhões para a União, segundo estimativas oficiais. A medida valeria para os novos pedidos e também para orientar as decisões judiciais em andamento. Até agora, a Advocacia-Geral da União (AGU) vem recorrendo das sentenças.
Segundo um interlocutor, a decisão de enviar ao Congresso uma proposta mais abrangente foi tomada antes da viagem de Temer a Nova York e tem como objetivo ajudar a convencer a opinião pública sobre a necessidade urgente das mudanças. Essa tarefa, explicou a fonte, é mais difícil se alguns grupos ficarem de fora da reforma. A intenção de Temer é enviar a PEC ao Congresso até outubro, se possível antes das eleições — depois de apresentar o texto às centrais sindicais e líderes dos partidos.
— A decisão do presidente será política, mas com embasamento técnico — afirmou um técnico envolvido nas discussões.
A opinião é compartilhada por especialistas em Previdência, levando-se em conta o que o país gasta com aposentadorias e pensões — e, sobretudo, a enorme distância entre os setores privado e público. O déficit no INSS neste ano está estimado em R$ 149,2 bilhões, para pagar 30 milhões de segurados. Já no serviço público, o rombo projetado é de R$ 90 bilhões, mas para um universo de um milhão de beneficiários.
— Entendo como correto e salutar o processo de convergência das regras da Previdência para todos os trabalhadores — afirmou o pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Rogério Nagemine.

Militares das Forças Armadas

Os militares não ficarão de fora da reforma. Devem ser feitos ajustes na carreira, que elevariam o tempo de serviço necessário para pedir transferência para a reserva de 30 anos para 35 anos. A idade compulsória (limite para permanência na ativa) deve acabar. Também está sendo avaliado o impacto fiscal da pensão das filhas.

 
TRABALHADOR RURAL PASSARIA A CONTRIBUIR
A ideia é que a fase de transição dure entre 15 e 20 anos (mulheres e professores), de forma que, se a PEC for aprovada em 2017, todos estejam dentro das novas regras em 2037. Com isso, acaba a aposentadoria por tempo de contribuição — 35 anos para homens e 30 para mulheres —, vigorando apenas a idade mínima, com tempo de contribuição mínimo, que deve subir dos atuais 15 para 20 anos. Ou seja, se uma pessoa começou a trabalhar com 18 anos, contribuirá por 47 anos e, ainda assim, terá que ficar mais tempo na ativa para levar o benefício integral, pois o cálculo deste deve mudar.
Também acaba o chamado fator previdenciário, que hoje permite ao trabalhador do setor privado se aposentar ao atingir 85/95, somando idade e tempo de contribuição para mulheres e homens, respectivamente. No setor público, onde já existe idade mínima, esta passará do atual patamar — 60 anos de idade e 35 de contribuição (homens) e 55 anos e 30 de contribuição (mulheres) — para 65 anos.
Assim como no caso de mulheres e professores, que têm regras mais suaves que os demais trabalhadores (podem se aposentar com cinco anos a menos), os militares das Forças Armadas deverão ter uma fase de transição mais leve, diante das especificidades da carreira. Estão no radar elevar o tempo na ativa dos atuais 30 para 35 anos, acabar com a quota compulsória (ao chegar a determinada idade, o militar é obrigado a pedir reserva) e outros ajustes, inclusive na pensão.

Incertezas
De janeiro a agosto de 2016, foi registrado 1,710 milhão de solicitações de aposentadoria no INSS, um avanço de 7,9% frente a igual período do ano passado
Para isso, a PEC se propõe a alterar o artigo 142 da Constituição. Os militares continuam contribuindo quando vão para a reserva, com alíquota de 7,5%, mas, mesmo assim, o sistema registrou déficit de R$ 32,5 bilhões no ano passado.
Já no caso de policiais militares e bombeiros, estão previstas alterações no artigo 42. A ideia é fixar idade mínima, e não apenas tempo de contribuição, como é hoje. A medida é considerada importante para reduzir a pressão dos gastos dos estados, que viraram 2015 com déficit de R$ 60,9 bilhões no conjunto dos regimes próprios de previdência.
Desde que acabou o Instituto de Previdência dos Congressistas (IPC), em 1997, deputados e senadores podem se aposentar aos 60 anos, com benefício integral se exerceram o mandato por 35 anos, ou proporcional, se por um tempo inferior. Eles seguem os mesmos critérios dos servidores públicos.
Em outra frente, a reforma deve proibir o acúmulo de pensão e aposentadoria para novos beneficiários. E o valor da pensão será reduzido, unificando as regras para todos. A PEC vai mexer ainda com a aposentadoria rural: os trabalhadores contribuirão com uma alíquota de 5%, semelhante aos microempreendedores. Empresas exportadoras do agronegócio, que têm isenção, também deverão ser afetadas. Todos, sem exceção, serão atingidos de alguma forma, disse a fonte.(Colaborou Eduardo Barretto)
O Globo/montedo.com

domingo, 4 de setembro de 2016

Reforma: militares deverão ir mais tarde para a reserva

Militares negociam com o governo federal para evitar reforma mais radical, que poderia acontecer nos próximos três anos

Bruno Dutra
Apesar de terem conseguido ficar fora da proposta mais ampla de reforma da Previdência, que ameaçava criar um regime único para civis e militares, as Forças Armadas poderão ter o tempo de serviço necessário para passar à reserva ampliado de 30 para 35 anos. A informação foi confirmada ao EXTRA por uma fonte ligada ao grupo que trata do assunto. Hoje, os militares vão para a reserva aos 50 anos, em média. Com a ideia de mudança, a idade chegará a 55 anos e, em uma década, a 60.
Ainda de acordo com a fonte, a ideia está em fase avançada de discussão em Brasília, entre o governo e os comandos das Forças Armadas — Marinha, Aeronáutica e Exército —, que se reuniram com o secretário de Previdência Social, Marcelo Caetano, na primeira quinzena de agosto. Isso indica que a ideia deverá ser aceita pelos militares, após uma ofensiva da categoria contra a criação de um regime previdenciário único. A segunda e última reunião, que deverá firmar o consenso entre a União e os militares, está marcada para este mês, em Brasília.

A meta inicial do governo de unificar todos os sistemas de Previdência (dos trabalhadores da iniciativa privada e dos servidores públicos) está na grande dificuldade dos estados de manterem seus regimes próprios. Pelos cálculos a União, o rombo dos dois sistemas, neste ano, passará de R$ 220 bilhões. A questão é que o Planalto inclui os militares nesta conta — com 16% desse déficit —, embora essa categoria vá ficar de fora do regime único.
Procurados, os comandos da Marinha, da Aeronáutica e do Exército não se pronunciaram sobre a discussão. O Ministério da Defesa confirmou que tem se reunido com o integrantes do governo, mas negou qualquer acordo sobre o tema.

Argumentos contra possíveis mudanças
Num primeiro momento, quando o governo apresentou as propostas de mudança à categoria, os militares defenderam a manutenção das atuais regras de aposentadoria aos 30 anos de serviço, listando uma série de singularidades da carreira. Na ocasião, os comandos das Forças Armadas ressaltaram que os militares são submetidos à dedicação exclusiva e não dispõem de outra fonte de renda.

Outro fator que, segundo os comandos, impediria o aumento da idade para a reserva estaria no fato de a categoria não ter uma poupança compulsória, como o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), nem remuneração adicional por horas extras. A diferença salarial em relação a outros trabalhadores também foi citada.
Segundo um militar da reserva, que prefere não se identificar, e que defende o tempo de serviço menor, a categoria é costumeiramente deslocada de cidade e estado, o que dificulta a especialização profissional, que poderia garantir renda extra. Isso, defende ele, colocaria o militar num patamar diferente, o que justificaria a necessidade de “aposentadoria antecipada”

Fonte > EXTRA/montedo.com

sábado, 20 de agosto de 2016

Alison "Medalha de Ouro Rio 2016-Volei de Praia" se orgulha de "ser milico" e admite tratamento diferente a atletas


 Uma aula de como lidar com o jornalismo engajado.
Adriano Wilkson
Do UOL, no Rio de Janeiro
Um dia depois de conquistar o ouro olímpico em Copacabana e prestar continência no pódio, Alison Cerutti falou ao UOL Esporte sobre o patrocínio que recebe das Forças Armadas. O programa sofre algumas críticas de pessoas que veem no incentivo uma tentativa dos militares em se promoverem e ganharem destaque com o desempenho dos atletas nos Jogos Rio-2016.
 
Uma das "alfinetadas" foi feita pelo técnico de Arthur Zanetti, Marcos Goto, que disse que as Forças Armadas se preocupam apenas em contratar atletas de alto nível, e não investem na base. As Forças Armadas, no entanto, argumentam que tem um programa chamado Profesp, cujo principal obtido é inclusão social.
Terceiro-sargento da Marinha, Alison saiu em defesa do apoio aos atletas de elite do Brasil. Ele e seu parceiro de quadra Bruno Schimdt participam do programa federal que apoia os atletas de elite e já teve participação em 12 das 15 medalhas brasileiras no Rio. Capixaba de 30 anos, conhecido como Mamute por seus 2,03 metros e 102 kg, Alison se disse "orgulhoso de ser milico", mas admite que como atleta profissional não passa muito tempo frequentando o quartel.

Veja alguns trechos da entrevista feita na tarde de sexta-feira (19).
UOL Esporte - Você é um atleta militar em um país que recentemente passou por uma ditadura militar de 25 anos. Refletiu sobre isso quando aceitou o convite da Marinha?

Alison Cerutti - Não. Eu recebi o convite e tenho muito orgulho de ser milico porque me dá uma estrutura de trabalhar. Me dá uma tranquilidade de fazer meu melhor dentro de quadra.
O passado, as atrocidades que aconteceram, não dizem respeito a mim. Eu recebi um convite nos últimos três anos pra ser milico, representar meu país nos Jogos Militares, de participar dessa ideologia de ter os atletas próximos. Acho uma puta oportunidade.
Na Alemanha é assim, e tem um passado horroroso a Alemanha também. Nos Estados Unidos é assim, na China é assim, Japão é assim e outros países. O problema do Brasil é sempre esse. Sempre que você faz uma coisa já querem levar a outra. O passado é o passado, hoje já não existe mais isso. Claro que houve atrocidades, coisas feias, mas não cabe a mim julgar. O que eu estou vivendo hoje é que hoje eu sou um atleta militar.

Hoje muitos militares relutam em reconhecer os erros cometidos no passado. Muitos dizem que a tortura, por exemplo, foi feita de maneira localizada, quando na verdade sabemos que foi uma prática institucional. Você conversa com os militares sobre essas coisas?
Não tenho diálogo com ninguém sobre isso, não pergunto sobre isso, não cabe a mim julgar. A gente não conversa sobre isso. Até porque o atleta profissional dificilmente vive a vida militar. A gente representa o nosso país e acaba não ficando muito no quartel. Não é uma regalia, mas nós somos diferentes.

O que acha de figuras como o Bolsonaro, uma pessoa que exalta um torturador? Acha que ele "queima o filme" dos militares?
Ele sempre foi assim, sempre foi assim, é difícil o cara mudar. Eu não discuto política, religião e futebol (sou flamenguista!). Não estou fugindo da sua pergunta, mas não discuto porque é uma coisa que desgasta tanto. Sobre o Bolsonaro, eu respeito o jeito dele, a maneira que ele pensa. Agora cabe a mim ou não acreditar ou concordar. Tenho minha opinião e prefiro não comentar

Você não vota nele então?
Não falei isso, falei que prefiro não comentar.

Como se define politicamente, esquerda ou direita?
Não me defino de nenhuma forma. Não vou falar sobre política, não me sinto à vontade. Sou formador de opinião, uma referência, então prefiro não comentar. Não estudei para isso, não é minha área. Tenho que falar sobre voleibol, minha vida, minha opinião. Mas política e religião não comento.

Você estudou para quê?
Me formei na escola, gostava de estudar. Fiz seis meses de publicidade e dois anos de administração. É a área que eu mais gosto, publicidade, administração e marketing. Não tive continuidade porque minha carreira tomou outro rumo, mas gosto de coisas novas, inovadoras, e é assim que toco minha carreira, com desafios, inovações...

Como foram seus últimos dias? Muita pressão?
De todos os atletas do vôlei de praia eu era o mais pressionado. Que tenham participado das últimas Olimpíadas só tinha eu e o letão que éramos medalhistas. Ele saiu na primeira fase e sobrei eu. É incrível como você vive esse momento. Existe essa pressão, mas eu consigo junto com meu parceiro reverter e jogar.

Você tem a frase “Dias de Lutas Dias de Glória” tatuada no braço. Qual sua relação com a banda Charlie Brown Jr.?
 
Conheci a banda desde o primeiro CD deles. Antigamente se comprova muito CD, né? Eu gostava meio de rockzinho, tive todos CDs e hoje tenho todas as músicas compradas na internet. Pra mim foi um baque muito grande o que aconteceu com a banda [a morte do vocalista Chorão]. As letras me tocam muito.
“Dias de Luta Dias de Glória” reflete muito minha carreira. A vida do atleta tem momentos ruins e bons. Ruins são as lesões, falta de patrocínio, pensar em desistir. Mas tive dias de glória, vitórias, títulos, conhecer pessoas bacanas que te ajudam, conhecer o mundo...
 
UOL/montedo.com

Exército concede Medalha do Pacificador para o juiz Sérgio Moro






Credibilidade
O Boletim do Exército desta sexta-feira publicou a concessão da Medalha do Pacificador ao Juiz Federal Sérgio Fernando Moro. Impensável nos tempos de Dilma, a homenagem faz jus a Moro, que ganhou o status de herói nacional por conta da Operação Lava Jato e ajuda a recuperar a credibilidade da condecoração. 
 
Mérito Cívico
Não será a primeira vez em que Moro receberá honrarias militares. Em dezembro passado, ele foi condecorado com a Ordem do Mérito Cívico, concedida pela Liga de Defesa Nacional. A condecoração foi entregue em solenidade realizada no 20º Batalhão de Infantaria Blindado, em Curitiba.
 
 
Fonte > Montedo

Forças Armadas planejam ampliar programa de atletas paralímpicos


Projeto seguirá moldes dos atletas militares e tem até o momento 10 participantes
O programa piloto das Forças Armadas para incentivo a atletas paralímpicos, que atualmente conta com dez participantes, será ampliado. Segundo o ministro da Defesa, Raul Jungmann, o nome provisório é João do Pulo e o objetivo é que o programa tenha tanta expressão e resultado como os atletas militares estão tendo na Olimpíada.
 
“Mas para isso você tem de adequar equipamentos e a parte de apoio pela especificidade que tem. E também tem de fazer um projeto onde os editais sejam voltados para atletas paralímpicos e tenha um pessoal profissional, treinadores, formadores, que tenham também essa expertise. Temos um piloto pequenininho, mas ele vai crescer. Hoje são dez pessoas, porque temos de aprender como fazer isso, mas tenha certeza que vai crescer e vai ganhar volume nos próximos anos”, acrescentou Jungmann.
 
O ministro lembrou que, das 15 medalhas conseguidas pelo Brasil até o momento nos Jogos Rio 2016, 12 são de atletas militares, incluindo as cinco medalhas de ouro. Com isso, a meta de dobrar as cinco medalhas dos atletas militares conquistadas em Londres 2012 foi superada.
“Oferecemos segurança e estabilidade para o atleta. Não é que o atleta militar seja um super-atleta ou um super-homem. São condições. Só isso. Tem um salário digno, um lugar onde possa treinar com bom equipamento, atendimento médico e fisiológico. É só isso. Por isso, temos essa diferença e espero que isso se espalhe pelo Brasil.”
 
Conforme Jungmann, os recursos para continuidade do programa foram negociados com o Ministério do Planejamento e estão garantidos. Ele visitou hoje o Centro de Educação Física Almirante Adalberto Nunes (Cefan) da Marinha, onde conheceu o Programa Forças no Esporte (Profesp), projeto social em parceria com os ministérios da Defesa, Esporte e do Desenvolvimento Social e Agrário. Atualmente, são beneficiadas 21 mil crianças em situação de vulnerabilidade social em 89 municípios de 26 estados brasileiros.
 
Fonte > Correio do Povo/montedo.com

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Conheça os 145 Atletas Militares entre os 465 Atletas nas Olimpíadas do Rio 2016

O Ministério da Defesa ultrapassou sua meta em 45% ao classificar 145 atletas militares entre os 465 que compõem o Time Brasil e disputarão os Jogos Olímpicos Rio 2016. O objetivo inicial era ter 100 atletas do Programa de Alto Rendimento da Pasta, e assim, dobrar o número de representantes das Forças Armadas que participaram das Olimpíadas de Londres, no maior evento esportivo do planeta que terá como sede o Rio de Janeiro.

 Atletas militares na Rio 2016
 

 
ADRIANA APARECIDAAtletismo3º Sargento do Exército
 
  
 
ÁGATHA BEDNARCZUKVolei de praia3° Sargento da Marinha
   
 
ALAN DO CARMO
Maratona Aquática
3° Sargento da Marinha
 
 
ALDEMIR GOMES
Atletismo3° Sargento do Exército
   

 
ALEX POMBO
Judô3° Sargento do Exército
  
ALEXANDER RUSSO
Atletismo3° Sargento do Aeronáutica
   



ALINE DA SILVA
Lutas
3° Sargento da Marinha
 
 
ALISON CERUTTI
Volei de praia3° Sargento da Marinha
 
   

 
AMANDA NETTO SIMEÃO
Esgrima
3º Sargento do Exército
 
 
ANA CLAUDIA LEMOS
Atletismo
3º Sargento da Marinha 
   

 
ANA MARCELA CUNHA
Maratonas aquáticas
3º Sargento da Marinha
 
 
ANA SÁTILA
Canoagem3º Sargento da Aeronáutica
   

 
ANDRÉ MARTINS SOARES
Handebol
3° Sargento do Aeronáutica
 
 
ANDRESSA OLIVEIRA
Atletismo
3º Sargento da Marinha
   

ARTHUR ZANETTI
Ginástica Artística
3º Sargento da Aeronáutica
 
 
ARTHUR NORYGinástica Artística3º Sargento da Aeronáutica
   

 
ATHOS SCHWANTES
Esgrima
3° Sargento do Exército
 
 
BARBARA SEIXASVôlei de Praia3° Sargento da Marinha
   

 
BERNARDO OLIVEIRA
Tiro com arco
3° Sargento da Aeronáutica
 
 
BRANDONN ALMEIDA
Natação
3º Sargento da Marinha
   

 
BRUNO LINS
Atletismo
3º Sargento do Exército
 
 
BRUNO MENDONÇA
Hóquei sobre Grama
3º Sargento da Aeronáutica
   

 
 
BRUNO SCHMIDT
Vôlei de Praia
3° Sargento da Marinha
 
 
 
CASSIO CESAR RIPPEL
Tiro Esportivo
Major do Exército
   

 
CESAR CASTRO
Saltos Ornamentais
3º Sargento da Marinha
 
 
CHARLES CHIBANA
Judô
3º Sargento do Exército
   

 
CLARISSA DOS SANTOS
Basquete
3º Sargento da Aeronáutica
 
 
CLEMILDA FERNANDES
Ciclismo Estrada
3º Sargento da Aeronáutica
   

 
CRISTIANE DOS SANTOS SILVA
Atletismo
3º Sargento da Marinha
 
 
DANIEL REZENDE XAVIER
Tiro com arco
3° Sargento da Aeronáutica
   

 
DARLAN ROMANI
Atletismo
3º Sargento da Aeronáutica
 
 
DAYNARA DE PAULA
Natação
3° Sargento do Exército
   

 
DIOGO SCLEBIN
Triatlo
3º Sargento da Aeronáutica
 
 
EMERSON DUARTE
Tiro Esportivo
Tenente Coronel do Exército
   

 
ÉRIKA MIRANDA
Judô
3º Sargento da Marinha
 
 
ETIENE MEDEIROS
Natação
3° Sargento da Marinha
   

 
FABIANA MORAES
Atletismo
3º Sargento da Marinha
 
 
FELIPE LIMA DO NASCIMENTO
Pentatlo Moderno
3º Sargento da Aeronáutica
   

 
FELIPE WU
Tiro Esportivo
Sargento do Exército
 
 
FERNANDA DECNOP
Vela
3° Sargento da Marinha
   

 
FERNANDA BORGES
Atletismo
3º Sargento da Aeronáutica
 
 
FERNANDO SCAVASIN
Esgrima
3º Sargento do Exército
   

 
FLAVIA  PAPARELLA
Ciclismo Estrada
3º Sargento da Aeronáutica
 
 
FRANCIELA KRASUCKI
Atletismo
3º Sargento do Exército
   

 
GABRIEL DA SILVA SANTOS
Natação
3º Sargento da Aeronáutica
 
 
GABRIEL PROTILHO BORGES
Vela
3° Sargento da Marinha
   

 
GEISA RAFAELA
Atletismo
3º Sargento da Aeronáutica
 
 
GEISA COUTINHO
Atletismo
3º Sargento da Marinha
   

 
GIDEONI RODRIGUES MONTEIRO
Ciclismo Pista
3° Sargento da Aeronáutica
 
 
GILDA OLIVEIRA
Lutas
3° Sargento da Marinha
   

 
GRACIELE HERRMANN
Natação
3° Sargento do Exército
 
 
GUILHERME GUIDO
Natação
Sargento do Exército
   

 
HENRIQUE CAVALCANTI
Natação
3° Sargento do Exército
 
 
HENRIQUE MARTINS
Natação
3° Sargento do Exército
   

 
HENRIQUE DUARTE HADDAD
Vela
3° Sargento da Marinha
 
 
HIGOR SILVA ALVES
Atletismo
3º Sargento da Aeronáutica
   

 
HUGO BALDUINO DE SOUSA
Atletismo
3º Sargento do Exército
 
 
HUGO PARISI
Saltos Ornamentais
3º Sargento da Marinha
   

 
IRIS TANG SING
Taekwondo
3° Sargento do Exército
 
 
ISABEL SWANVela3° Sargento da Marinha
   

 
ISABELA RAMONA
Basquete
3º Sargento da Aeronáutica
 
 
ITALO GAROFALO
Natação
3º Sargento da Aeronáutica
   

 
JACKSON RONDINELLI
Saltos Ornamentais
3º Sargento da Marinha
 
 
JAILMA SALES DE LIMA
Atletismo
3º Sargento do Exército
   

 
JAQUELINE FERREIRA
Levantamento de Peso
3º Sargento da Marinha
 
 
JHENNIFER ALVES
Natação
3º Sargento da Aeronáutica
   

 
JOÃO DE LUCCA
Natação
3° Sargento do Exército
 
 
JOAO LUIZ GOMES
Natação
3° Sargento da Marinha
   

 
JOÃO VICTOR MARCARI OLIVA
Hipismo Adestramento
3º Sargento do Exército
 
 
JOEDISON DE JESUS TEIXEIRA
Boxe
3° Sargento da Marinha
   

 
JOELMA DAS NEVES SOUSA
Atletismo
3º Sargento da Marinha
 
 
JOICE SOUZA DA SILVA
Lutas
3° Sargento da Marinha
   

 
JORGE HENRIQUE VIDES
Atletismo
3º Sargento da Aeronáutica
 
 
JORGE ZARIF
Vela
3° Sargento da Marinha
   

 
JOSÉ CARLOS GOMES MOREIRA
Atletismo
3º Sargento da Marinha
 JUAN NOGUEIRA
Boxe
3° Sargento da Marinha
   

 
JULIA VASCONCELOS
Taekwondo
3° Sargento do Exército
 
 
JULIANA PAULA
Atletismo
3º Sargento da Aeronáutica
   

 
JULIANA VELOSO
Saltos Ornamentais
3º Sargento da Marinha
 
 
JULIÃO NETO
Boxe
3° Sargento da Marinha
   

 
JULIO ALMEIDA
Tiro Esportivo
Coronel da Aeronáutica
 
 
JÚLIO CÉSAR
Atletismo
3º Sargento do Exército
   

 
KAHENA KUNZE
Vela
3° Sargento da Marinha
 
 
KEILA COSTA
Atletismo
3º Sargento do Exército
   

 
LARISSA MAESTRINI
Vôlei de Praia
3º Sargento do Exército
 
 
LARISSA OLIVEIRA
Natação
3° Sargento do Exército
   

 
LEONARDO DE DEUS
Natação
3° Sargento do Exército
 
 
LOHAYNNY VICENTE
Badminton
3º Sargento da Aeronáutica
   

 
LUISA BORGES
Nado Sincronizado
3° Sargento da Marinha
 
 
LUIZA ALMEIDA
Hipismo Adestramento
3º Sargento do Exército
   

 
LUTIMAR PAES
Atletismo
3º Sargento da Marinha
 
 
MAICON ANDRADE
Taekwondo
3º Sargento da Aeronáutica
   

 
MAIK FERREIRA DOS SANTOS
Handebol
3° Sargento da Aeronáutica
 
 
MANUELLA DUARTE LYRIO
Natação
3° Sargento do Exército
   

 
MARCO SOFFIATT GRAEL
Vela
3° Sargento da Marinha
 
 
MARCUS VINICIUS
Tiro com arco
3º Sargento da Aeronáutica
   

 
MARIA PORTELA
Judô
3º Sargento da Marinha
 
 
EDUARDA MICUCCI
Nado Sincronizado
3° Sargento da Marinha
   

 
MARIA SUELEN
Judô
3º Sargento da Marinha
 
 
MARIANA SILVA
Judô
3º Sargento da Marinha
   

 
MARILSON SANTOS
Atletismo
3° Sargento da Aeronáutica
 
 
MARINA CANETTA GOBBI
Tiro com arco
3° Sargento da Aeronáutica
   

 
MARTINE GRAEL
Vela
3° Sargento da Marinha
 
 
MAYRA AGUIAR
Judô
3º Sargento da Marinha
   

 
MICHEL BORGES
Boxe
3° Sargento do Exército
 
 
NATALIA DE LUCCAS
Natação
3º Sargento do Exército
   

 
MASSAO FERREIRA
Esgrima
3° Sargento do Exército
 
 
NICOLAS NILO
Natação
3° Sargento do Exército
   

 
NUBIA APARECIDA
Atletismo
Marinha
 
 
PÂMELLA OLIVEIRA
Triatlo
3º Sargento do Exército
   

 
PATRICK LOURENÇO
Boxe
3° Sargento do Exército
 
 
PAULO ROBERTO
Atletismo
3° Sargento do Exército
   

 
PEDRO BURMANN
Atletismo
3º Sargento do Exército
 
 
PEDRO SOLBERG
Vôlei de Praia
3º Sargento da Aeronáutica
   

 
POLIANA OKIMOTO
Maratona Aquática
3° Sargento do Exército
 
 
RAFAEL BUZACARINI
Judô
Soldado do Exército
   

 
RAFAEL SILVA
Judô
3º Sargento do Exército
 
 
RAFAELA SILVA
Judô
3º Sargento da Marinha
   

 
RAYSSA COSTA DE OLIVEIRA
Esgrima
3° Sargento do Exército
 
 
RENZO ZEGLIO AGRESTA
Esgrima
3° Sargento do Exército
   

 
ROBENILSON VIEIRA DE JESUS
Boxe
3° Sargento da Marinha
 
 
ROBSON DONATO CONCEIÇÃO
Boxe
3° Sargento da Marinha
   

 
ROSANE DOS REIS SANTOS
Levantamento de Peso
3º Sargento da Marinha
 
 
ROSANE BUDAG
Tiro Esportivo
3° Sargento da Marinha
   

 
ROSANGELA SANTOS
Atletismo
3º Sargento do Exército
 
 
SARAH NIKITIN
Tiro com arco
3° Sargento da Aeronáutica
   

 
SARAH MENEZES
Judô
3º Sargento da Marinha
 
 
SOLONEI ROCHA DA SILVA
Atletismo
3° Sargento do Exército
   

 
TABATA VITORINO
Atletismo
Marinha
 
 
TALITA ANTUNES DA ROCHA
Vôlei de Praia
3° Sargento do Exército
   

 
TAMIRES MORENA
Handebol
3º Sargento da Aeronáutica
 
 
TATIELE CARVALHO
Atletismo
3º Sargento do Exército
   

 
THIAGO BRAZ
Atletismo
3º Sargento da Aeronáutica
 
 
THIAGO SIMON
Natação
3° Sargento do Exército
   

 
TIAGO CAMILO
Judô
3º Sargento do Exército
 
 
VANESSA CHEFER
Atletismo
3º Sargento da Marinha
   

 
VENILTON TORRES TEIXEIRA
Taekwondo
3° Sargento da Marinha
 
 
VICTOR PENALBER
Judô
3º Sargento do Exército
   

 
VINICIUS TEIXEIRA
Handebol
3º Sargento da Aeronáutica
 
 
VITOR HUGO
Atletismo
Soldado do Exército
   

 
VITORIA ROSA
Atletismo
3º Sargento da Marinha
 
 
WAGNER DOMINGOS
Atletismo
3º Sargento da Aeronáutica
   

 
WILLIAN GIARETTON
Remo
3º Sargento da Marinha
 
 
YANE MARQUES
Pentatlo Moderno
3° Sargento do Exército
   

 
YGOR COELHO
Badminton
3º Sargento da Aeronáutica
  
   
 Fonte > Ministério da Defesa