terça-feira, 26 de julho de 2016

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Vala comum? Governo Temer quer regime único na Previdência, inclusive para os militares

Temer quer regime único na Previdência

O início dos estudos é sinal de uma mudança no governo, que até aqui cogitava apenas a mudança de algumas regras e não discutia a situação dos militares, por exemplo. 
DANIELA LIMA e EDUARDO CUCOLO
DE BRASÍLIA
O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, disse à Folha que o presidente interino, Michel Temer, autorizou estudos sobre a criação de um regime único de Previdência, com regras uniformes para trabalhadores do setor privado e funcionários públicos.
Padilha coordena o grupo governamental encarregado de formular um projeto de reforma da Previdência a ser submetido ao Congresso. O governo considera a reforma peça essencial de seu esforço para equilibrar o Orçamento e conter seu endividamento.
Hoje, trabalhadores do setor privado e servidores públicos são regidos por normas diferentes. Há ainda leis específicas para trabalhadores rurais e militares, por exemplo.

"O presidente me pediu que o grupo estudasse os caminhos para um regime em que as regras [para aposentadoria] fossem as mesmas para todos", disse Padilha.
O ministro disse que ainda não há decisão sobre o assunto. A criação de um regime único representaria uma mudança profunda na legislação brasileira e tenderia a causar controvérsia no Congresso.
O início dos estudos é sinal de uma mudança no governo, que até aqui cogitava apenas a mudança de algumas regras e não discutia a situação dos militares, por exemplo. Em 2015, o pagamentos de pensões e aposentadorias militares foi responsável por 45% do rombo na Previdência dos servidores federais.
Segundo Padilha, um regime único poderia ajudar a equilibrar "algumas áreas que são superavitárias com áreas em que há deficit".
No mês passado, governadores pediram a Temer que a reforma inclua o fim dos regimes especiais para servidores, professores e policiais.
A unificação dos regimes foi uma das sugestões apresentadas em fevereiro de 2015 pela presidente afastada, Dilma Rousseff, para debate com trabalhadores e empresas, mas a conversa não andou. Temer retomou as discussões com sindicatos e empregadores, neste ano, mas ainda não houve conclusão.

A proposta de reforma deverá incluir uma regra de transição para pessoas que já estão no mercado de trabalho mas ainda não têm condições de se aposentar. No último dia 16, Padilha sugeriu nas redes sociais que a nova regra poderia aumentar em 40% a espera pela aposentadoria dos que já trabalham.
"Para quem faltasse 10 meses, teria que trabalhar mais quatro. Faltaria [com a nova norma] 14 meses para aposentar", escreveu o ministro.
Temer também quer definir uma idade mínima para aposentadoria no setor privado, como em outros países. Em entrevista à Folha, o presidente interino defendeu 65 anos para homens, dois ou três a menos para mulheres.
Ainda não há consenso na equipe de Temer sobre a aplicação da regra de transição para todas as pessoas que já estão no mercado de trabalho. Pode ser criado um mecanismo que permita que eles escolham entre a regra de transição e a idade mínima.

Fonte > Folha de São Paulo/montedo.com

RJ: registros de crimes caem com Forças Armadas na ruas

Muitos bairros, porém, ainda não têm patrulhamento especial

FABIO TEIXEIRA / GISELLE OUCHANA / GUSTAVO SCHMITT / LUIZ ERNESTO MAGALHÃES
RIO - Uma Limousine rosa, lotada de adolescentes, vira a esquina da Avenida Princesa Isabel e entra na Nossa Senhora de Copacabana. As jovens acenam pelo teto solar. Fuzileiros navais, fortemente armados e vestidos com pesados uniformes camuflados, acenam de volta. Cenas como essa, com direito a selfies com os militares, aconteciam com naturalidade na manhã de ontem, quando 22 mil homens do Exército, da Marinha e da Aeronáutica começaram a ocupar as ruas e vias expressas da cidade para os Jogos.
Das 10h às 13h e das 14h às 16h, o GLOBO percorreu as principais vias do eixo olímpico. Na Zona Sul, só foram localizados soldados em Copacabana. A equipe de reportagem não encontrou patrulhamento em Ipanema, no Leblon ou na Lagoa. Também não se deparou com militares na Praia da Barra e no entorno Maracanã. Os oficiais alegaram que o patrulhamento não é estático e que as tropas se deslocam constantemente de carro e a pé. De toda forma, a presença dos soldados já surtiu efeito: ontem, o número de registros de ocorrências caiu consideravelmente em algumas delegacias do Rio.

AUMENTO NA SENSAÇÃO DE SEGURANÇA
Para a população, a expectativa é de aumento da sensação de segurança. Dono de uma banca de jornais na Nossa Senhora de Copacabana, Rocco Muro, de 75 anos, avaliava o possível impacto da presença de militares perto de seu ponto:
— Até agora não vieram falar comigo, mas está tudo bem. Não podem criar muita amizade. Polícia é uma coisa, militar é outra.
Garçom do restaurante Meia Pataca, em Copacabana, Izaias Storch, de 64 anos, mostrou otimismo:
— Espero que aumente a segurança aqui perto.
Funcionários do restaurante, localizado nas proximidades do futuro Museu da Imagem e do Som, já tiveram contato com os militares.
— Deve estar calor com aquele equipamento todo. Oferecemos água, mas eles disseram que têm a própria. De qualquer forma, já sabem que se precisarem usar o banheiro, é só pedir — contou Storch.
Segundo os militares ouvidos pelo GLOBO, o equipamento pesa dez quilos. Alguns demonstravam preocupação com a falta de planejamento para a rendição e com o horário do almoço.

— Não sabemos como vai funcionar — afirmou um fuzileiro naval, que preferiu não se identificar. — Está sendo cansativo, acordamos às 4h para estar aqui. Mas militarismo é isso aí.
A questão da segurança também motivou uma discussão política (unilateral) entre o servidor federal Paulo Vieira, de 61 anos, e os fuzileiros.
— O senhor não concorda que a presença de vocês é um sinal da falência da política de segurança? — questionou Paulo, que ficou sem resposta.
No Forte Duque de Caxias, no Leme, a presença de blindados e de caminhões da Marinha chamou a atenção de banhistas. O estacionamento do forte se tornou uma atração à parte para os filhos de Mário Perroni, de 41 anos. Allegra, de 8, e Matheus, de 6, foram recebidos pelos soldados, que os ajudaram a subir nos caminhões.

— Eles foram bem atenciosos — contou Mário. — Foi um programa a mais. Levei as crianças à praia e, depois, tivemos a surpresa de encontrar a Marinha em pleno domingo de sol.
Pelos próximos 61 dias, os homens da Marinha, Exército e Aeronáutica vão ocupar os principais pontos turísticos, vias expressas e corredores viários do Rio. Os militares terão poder de polícia, com base num decreto assinado no último dia 15 pelo presidente interino Michel Temer. Os soldados estão munidos de fuzis e de armamento não letal. Ontem, oficiais do Exército prenderam um homem por desacato na Vila Militar, em Deodoro.
Já que há uma escala dividida em turnos, pelo menos 6 mil militares atuarão no patrulhamento das ruas por vez. Ao percorrer as vias olímpicas, porém, o efetivo não era aparentemente tão numeroso. No Maracanã, a equipe de reportagem não encontrou militares. Na Linha Vermelha, havia apenas um grupo de seis homens do Exército em frente ao Batalhão da Polícia Militar da Maré. No Engenhão, a Força Nacional se fazia presente na entrada da estação do Engenho de Dentro. No Aterro do Flamengo, três fuzileiros navais estavam em frente ao monumento a Estácio de Sá e outros três, na altura do Hotel Glória. Na Praia de Botafogo, foram encontrados três oficiais da Marinha. Na Lagoa, uma cena inusitada: dois botes navegavam no espelho d’água com três militares armados de fuzis em cada um.
O maior contingente de militares foi visto no Aeroporto Internacional Tom Jobim e na Barra. Na Avenida Ayrton Senna, em frente à Cidade das Artes, 60 soldados estavam a postos entre as avenidas Salvador Allende, na altura da Vila dos Atletas, e Abelardo Bueno, nas proximidades do Parque Olímpico. Na Linha Amarela, homens do Exército circulavam nos dois sentidos. Na Praia do Recreio, as instalações olímpicas do Pontal eram patrulhadas pela Força Nacional.

OCORRÊNCIAS CAÍRAM NAS DELEGACIAS
A presença das tropas causou impacto no número de ocorrências policiais registradas nas delegacias que abrangem o eixo olímpico. Em Copacabana, agentes da 12ªDP perceberam a diferença de um dia para o outro: ontem houve apenas um registro, de um acidente de trânsito, enquanto que, no sábado, foram 16 ocorrências, entre roubos, furtos e uma briga. A 14ªDP (Leblon) registra, em média, 20 diariamente. Ontem, até as 16h, a delegacia só havia registrado quatro: dois roubos, um acidente e uma lesão corporal. Na Barra, até o início da tarde, o único registro feito na 16ªDP foi o roubo de um carro na subida para o Alto da Boa Vista. Em média, no entanto, a unidade registra quatro roubos de rua por dia e um de carro a cada 48 horas.

— Não tenho dúvidas de que os índices diminuirão com o reforço no patrulhamento — disse o delegado titular da 16ªDP, Marcus Braga.
Em outras unidades policiais, a expectativa é a mesma. Na 24ªDP (Piedade), que cobre o entorno do Engenhão, onde vão acontecer partidas de futebol e provas de atletismo, os agentes registraram apenas sete ocorrências até as 18h de ontem. Num domingo comum, de acordo com policiais, esse número seria o dobro. Já na 17ªDP (São Cristóvão), que recebe uma média de 18 a 20 ocorrências no domingo, apenas um registro foi feito até as 17h de ontem. Durante a madrugada, um carro foi roubado no bairro. Na 18ªDP (Praça da Bandeira), que abrange o entorno do Maracanã, palco da cerimônia de abertura, policiais não informaram o número de registros.

Fonte  O Globo, via Jornal Floripa/montedo.com

domingo, 24 de julho de 2016

Rio inicia hoje a sua maior ação militar em grandes eventos

MARCO ANTÔNIO MARTINS
DO RIO
As Forças Armadas iniciam neste domingo (24) no Rio a maior operação militar já feita na cidade voltada para um grande evento. Serão cerca de 22 mil militares do Exército, Marinha e Aeronáutica nas ruas para tentar garantir a segurança na Olimpíada.
Somados militares e policiais, o Rio terá 51,6 mil homens na segurança dos Jogos, o que configura o segundo maior efetivo das últimas Olimpíadas, atrás apenas de Pequim-2008, com cerca de 110 mil homens. Os últimos Jogos, de Londres-2012, foram disputados com 42 mil homens nas ruas entre militares e policiais (veja quadro).

O contingente que será mobilizado na Rio-2016 supera também o utilizado em outros grandes eventos na cidade, como a Copa do Mundo de 2014, a visita do papa Francisco em 2013 (durante a Jornada Mundial da Juventude) e encontros com grande número de chefes de Estado, como a Eco 92 e a Rio+20, ambas sobre temas ambientais.
Não há comparação, no entanto, entre os dois acontecimentos. A Rio+20 foi concentrada em um local (o Riocentro), e o número de visitantes para o evento era baixo.

Dessa vez, o risco de terrorismo envolve a Olimpíada, que espera receber cerca de 500 mil visitantes, além de atletas de 42 modalidades.
Junte-se a isso o atentado de Nice, na França, no dia 14 de julho, que matou 84 pessoas, episódio que levou o governo brasileiro a aumentar a atuação das Forças Armadas no evento esportivo.
Uma das mudanças é que, inicialmente, haveria soldados apenas nos acessos ao aeroporto internacional do Galeão, na Ilha do Governador, zona norte da cidade. Agora, haverá também militares no interior do aeroporto. Ao todo cerca de 600 integrantes das Forças Armadas estarão nas áreas de embarque e desembarque de passageiros.

PROTAGONISMO
Oficialmente, se mantém o discurso de que as decisões serão partilhadas. Mas, no momento, as opiniões do ministro da Defesa, Raul Jungmann, e do general Sérgio Etchgoyen, do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), que comanda a Inteligência dos Jogos Olímpicos, ganharam protagonismo.
"Isso é inevitável diante do momento. Comparo a um pêndulo: em um extremo há os Jogos e, no outro, a defesa e a segurança. Neste momento, está deslocado para nosso lado", afirmou o ministro da Defesa, Raul Jungmann, em entrevista na sexta (22), à Folha, no Comando do Exército, no centro do Rio.
A participação militar aumentou nos últimos dez dias diante da situação envolvendo as outras forças que participam da segurança da Rio-2016. O protesto de policiais da Força Nacional de Segurança contra as condições dos alojamentos e a ameaça de manifestações de policiais federais durante a Olimpíada foram dois pontos que desagradaram ao governo federal.
Também tem sido discutida a situação da Polícia Militar do Rio. Apesar da ajuda federal, que colocou os salários em dia, se nota pouco ânimo dos PMs para atuar no evento. Por dia haverá 10 mil policiais militares nas ruas.
No planejamento para a Olimpíada haverá 3.000 militares nas forças de contingência, que só irão para as ruas em caso de emergência. Eles estarão em bases próximas a cada uma das quatro áreas olímpicas —Maracanã, Copacabana, Deodoro e Barra da Tijuca—, o que facilita o deslocamento da tropa.
Uma das preocupações do governo é reprimir possíveis abusos das tropas. Todas as ações dos militares serão filmadas durante os Jogos.

JOGOS ATRAEM MIL AGENTES DE 70 PAÍSES À CIDADE
Cerca de mil agentes de inteligência, entre brasileiros e estrangeiros, estarão no Rio em busca de informações para evitar ações terroristas na Olimpíada.
A preocupação é com os chamados "lobos solitários" (pessoas que agem sozinhas nos ataques).
O Rio tem características que facilitam o surgimento desse tipo de terrorista, como o grande número de jovens sem trabalho e a facilidade para se obter de pistolas a fuzis em áreas sob domínio do tráfico.
"Em 2015, uma tonelada de explosivos foi roubada no país. O acesso a armas é muito grande", diz o coronel Fernando Montenegro, ex-membro do Grupo Antiterror do Exército.
Do total de agentes da inteligência já no Rio, 400 são da Abin (Agência Brasileira de Inteligência).
Agentes de 70 países virão à cidade. Em média, cada país traz quatro oficiais de inteligência, mas outros, como os EUA, formaram verdadeiros escritórios no Rio. Israelenses, franceses, russos e americanos estarão no Centro de Inteligência dos Jogos e terão informantes nas ruas.
Na PM, houve um curso dado pelos EUA para treinar os policiais sobre a necessidade de aumentar a percepção para casos que chamem a atenção na rua.
O FBI (polícia federal americana) teve importante participação para na prisão de 11 suspeitos pela Operação Hashtag ao enviar ao Brasil os nomes que os integrantes do grupo usavam na internet.

Fonte > Folha de São Paulo/montedo.com

domingo, 17 de julho de 2016

Brasil terá 142 atletas militares entre os 428 na Olimpíada

Os militares representam 30% entre os 428 atletas que irão à Olimpíada 2016

Entre os 428 atletas confirmados que vão representar o Brasil nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, de 5 a 21 de agosto próximo, 142 são militares. A informação foi divulgada nesta sexta-feira pela Marinha, durante apresentação do Centro de Educação Física Almirante Adalberto Nunes (Cefan), que será usado como centro oficial de treinamento para equipes estrangeiras pelo Comitê Organizador Rio 2016. 

De acordo com o presidente da Comissão de Desportos da Marinha, contra-almirante Carlos Chagas Vianna Braga, as Forças Armadas começaram a investir no Programa Olímpico de atletas de alto rendimento em 2011, quando o Brasil recebeu a quinta edição dos Jogos Mundiais Militares e terminou em primeiro lugar no quadro de medalhas. 
“As expectativas [para a Rio 2016] são as melhores possíveis para o resultado, em termos de atletas militares. Temos hoje 142 atletas militares já selecionados, com vaga garantida. Desses, 55 são da Marinha do Brasil. O resultado é muito bom e reflete o acerto do Programa Olímpico da Marinha, que é contribuir para transformar o Brasil em uma potência olímpica”. O contra-almirante lembra que os militares conquistaram cinco medalhas nos jogos de Londres, em 2012, sendo duas de atletas da Marinha. No ano passado, os atletas militares representaram 22,5% da delegação brasileira nos Jogos Pan-Americanos de Toronto e foram responsáveis por metade das medalhas. 

Também em 2015, o país conquistou a segunda posição nos Jogos Mundiais Militares da Coreia. Entre os destaques, Chagas cita a equipe de judô, que é inteiramente formada por atletas militares, sendo a feminina da Marinha e a masculina do Exército, além da equipe de revezamento 4x100m feminina de atletismo, nadadores e velejadores. 

A Marinha conta atualmente com 210 atletas de alto rendimento, além de 21.000 crianças e adolescentes que participam do programa de base em todo o país. A levantadora de peso Jaqueline Ferreira, de 29 anos, é uma das que vão representar o país na Olimpíada. Há quatro anos na Marinha, ela é terceiro sargento e explica que entrou para a corporação por meio de um edital de seleção. “A Marinha abriu um edital e deu essa oportunidade para os atletas de levantamento de peso. Fiz a inscrição e fui chamada. A vantagem é a tranquilidade financeira, diz ela, para treinar exclusivamente, e o respeito em si à modalidade. Por isso, diz que é muito importante estar num quadro de atletas das Forças Armadas, porque o esporte acaba sendo mais valorizado. Para os jogos, a expectativa de Jaqueline é bater os recordes brasileiros e ficar entre as oito melhores.

A nadadora Nathalia Almeida, 19 anos, terminou o curso de treinamento militar da Marinha no começo do ano, mas não foi classificada para a Olimpíada. Ela diz que o apoio das Forças Armadas tem sido fundamental para os atletas e que é uma honra representar o Brasil em competições como militar: “Eles [Forças Armadas] nos dão bastante apoio, qualquer problema que tiver posso vir treinar aqui, onde tem fisioterapia, psicologia, nutrição, posso usar todo o suporte. Fora que é uma honra para o atleta poder ser militar e representar o Brasil dessa forma também”.
Entre os atletas militares que vão representar o Brasil nos jogos estão a campeã olímpica de judô Sarah Menezes, a saltadora Juliana Veloso, as nadadoras Joanna Maranhão e Etiene Medeiros, Yane Marques, do pentatlo moderno, Martine Grael da Vela, Keila Costa, do salto em distância, Poliana Okimoto, da maratona aquática, Robson Conceição, do boxe, e as duplas de vôlei de praia Ágatha e Bárbara e Alison e Bruno Schmidt. (Com Agência Brasil)

fonte > Veja/montedo.com