terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

O Dia em que o Exército Brasileiro Guerreou Contra as FARC em 26 de fevereiro de 1991, FARC ataca de surpresa destacamento do Exército Brasileiro


Resultado de imagem para "Comando Simon Bolivar", adentrou em território brasileiro
Foto (Google imagens)
Foto (site do exercito)
Em 26 de fevereiro de 1991, um grupo de 40 guerrilheiros das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia, que se auto denominava "Comando Simon Bolivar", adentrou em território brasileiro, próximo a fronteira entre Brasil e Colômbia, às margens do Rio Traíra no Estado do Amazonas, e atacou de surpresa o Destacamento Traíra do Exército Brasileiro, que estava em instalações semi-permanentes e possuía efetivo muito inferior à coluna guerrilheira que o atacara.
Resultado de imagem para exercito na amazonia


Segundo organismos de Inteligência, o ataque teria sido motivado pela repressão exercida pelo destacamento de fronteira ao garimpo ilegal na região, uma das fontes de financiamento das FARC. Nesse ataque
morreram três militares brasileiros e vinte e nove ficaram feridos, várias armas, munições e equipamentos foram roubados.

O memorial do fato foi construído no 8º Batalhão de Infantaria de Selva, em Tabatinga, para homenagear e relembrar os militares brasileiros assassinados.
Imagem relacionada
Ato contínuo, as Forças Armadas do Brasil, autorizadas pelo então presidente Fernando Collor de Mello e com o conhecimento e apoio do Presidente colombiano César Gaviria Trujillo, deflagraram secretamente a Operação Traíra, com o objetivo de recuperar o armamento roubado e desencorajar novos ataques.
Imagem relacionada

Resultado de imagem para exercito na amazonia

Resultado de imagem para memorial construído  homenagear e relembrar os militares brasileiros assassinados rio traira farc

Mobilizando efetivos de Operações Especiais (tropas de Comandos e Forças Especiais) e helicópteros da recém-criada, na época, Aviação do Exécito, embarcações da Marinha, bem como com aeronaves de combate e de transporte da Força Aérea Brasileira, a Operação Traíra resultou num saldo de doze guerrilheiros mortos e inúmeros capturados. A maior parte do armamento e equipamento roubados foi recuperada.

Resultado de imagem para tropas de Comandos e Forças Especiais do brasil
Resultado de imagem para memorial homenagear os militares brasileiros rio traira farc
Foto (google imagens)

Resultado de imagem para memorial homenagear os militares brasileiros rio traira farc
Sidimar Fonseca Moraes, Sansão Ramos Gonçalves e Aldemir Lopes de Oliveira, soldados do 1º Batalhão Especial de Fronteira (Tabatinga – Amazonas), heróis do Traíra, seus exemplos de coragem e honradez permanecem vivos em nossas memórias. O Exército Brasileiro, em nome de um Brasil soberano, presta essa singela homenagem a vocês, que nos inspiram em nosso sagrado compromisso de servir à Pátria. "Fonte > Site do exercito"

Heróis do Traíra permanecem vivos em nossas memórias


As FARC entenderam o recado duro e necessário! A fronteira não favorece a sobrevivência dos fracos e a narcoguerrilha só entende posições de força. Desde a operação de represália brasileira não mais ocorreram ataques das FARC em nosso território.


SENADORES QUEREM UNIFICAÇÃO das Policias em POLÍCIA MILITAR FEDERAL em tramitação por Grupo cada vez maior NO SENADO

Acelerado o processo de implantação da POLÍCIA MILITAR FEDERAL
Resultado de imagem para policia militar federal
Revista Sociedade Militar – DF – Essa semana muita gente se surpreendeu com uma nova proposta de unificação das polícias. A idéia, já em andamento, faz com que todos os policiais militares do país sejam subordinados à polícia federal, que é subordinada ao Ministro da Justiça, indicado pelo Presidente da República. A proposta deixaria os militares das Forças Armadas de fora no que diz respeito à resolução de problemas em nível nacional, deixando isso a cargo da criada POLÍCIA MILITAR FEDERAL.
A proposta também deixa claro que os estados não terão mais poder para determinar mobilizações, convocações e dotação de armamento.
Art. 22. Compete privativamente à União legislar sobre:… organização, efetivos, material bélico, garantias, convocação e mobilização da Polícia Militar da União e do Corpo de Bombeiros Militares da União;
A proposta também deixa claro que a POLÍCIA MILITAR DA UNIÃO será órgão permanente e comandada por um oficial no mais alto posto da corporação. A norma não especifica se o posto será em nível de oficial general ou superior. Leia mais...




sábado, 25 de fevereiro de 2017

Previdência: Defesa confirma proposta de retorno da gratificação por tempo de serviço e Auxílio Moradia e aumento dos adicionais militar e de habilitação

Postagem original: 15/2 (14:10)

Previdência: proposta para as Forças Armadas prevê reestruturação da carreira
Resultado de imagem para militares do exército
Geralda Doca - O Globo
BRASÍLIA - O Ministério da Defesa confirmou que a reforma da Previdência das Forças Armadas será acompanhada de uma reestruturação da carreira militar e da remuneração, mantendo o regime diferenciado, como é atualmente. A pasta informou que os direitos adquiridos serão preservados, com regras de transição para quem ainda não completou os requisitos de passagem para a inatividade. Pela proposta que está sendo negociada com a área econômica do governo, os ajustes no regime previdenciário serão condicionados à volta de alguns direitos perdidos por esses servidores em 2001, quando foi alterada a lei que trata dos salários dos militares.
Entre os benefícios estão pagamento de auxílio-moradia para quem está na ativa; contagem do tempo de serviço para fins de gratificação; elevação do percentual de adicional militar e habilitação militar, ao permitir acumular cursos realizados com aproveitamento na própria carreira e especializações, como mestrado e doutorado. Segundo a Defesa, a proposta está em fase de finalização, dependendo de cálculos de impacto no Orçamento.
Segundo proposta do Exército, para militares com dependentes, o auxílio-moradia varia de 10% a 32% do soldo, de acordo com posto e graduação, sendo mais elevado no topo da carreira. Sem dependentes, a alíquota mínima é 5% e a máxima, de 16%. O adicional militar — que hoje está entre 13% e 28% do soldo — sobe para 20% e 50%.
“As medidas buscam manter no longo prazo a atratividade da carreira, bem como a formação de profissionais motivados e capacitados”, diz a Defesa, em nota.
Em contrapartida, a contribuição para o regime previdenciário subiria dos atuais 7,5% para 11% para todos os militares, incluindo quem hoje não recolhe, como soldados, cabos e alunos de escola de formação. O tempo da ativa também aumentaria dos atuais 30 anos para 35 anos — com a criação de postos na categoria “master” para oficiais e graduados —, assim como a idade para permanência na ativa. Atualmente, quando o militar atinge determinada idade, ele é obrigado a pedir reserva.
Embora a equipe econômica queira acabar com a paridade (reajustes salarias iguais entre ativos e inativos) e a integralidade (provento integral na reserva), os militares não abrem mão dessas duas questões. O argumento é que, mesmo na reserva, eles podem ser convocados.
— Estamos juntos na negociação, ativos e inativos. Não abrimos mão da paridade e integralidade — disse um interlocutor.
Segundo estimativas do Ministério da Defesa, a mudança na lei de remuneração dos militares realizada em 2001 gerou uma redução das despesas para a União de 23% em 15 anos. Na ocasião, a categoria perdeu alguns benefícios, como pensão vitalícia às filhas para quem ingressou a partir daquele ano, provento com salário de um posto acima na passagem para a reserva, licença especial e auxílio-moradia.
“As medidas levarão em conta o fato de que a categoria já sofreu uma grande reforma em 2001”, diz a nota da Defesa, que defende as mudanças na carreira dos militares como contrapartida às alterações na Previdência das Forças. Segundo o texto, as mudanças vão reduzir despesas da União, “convergindo com o intento da reforma da Previdência anunciada pelo governo federal”.
Técnicos da equipe econômica, no entanto, avaliam que a contrapartida dos militares não é suficiente para tornar o regime sustentável, cujo déficit ultrapassa a casa dos R$ 30 bilhões. A decisão, porém, será política, admitem. O Planalto vai esperar a tramitação da proposta de reforma da Previdência que trata dos demais trabalhadores no Congresso para enviar o projeto das Forças Armadas.
— A preocupação é que a proposta seja suavizada, como já ameaçam os parlamentares, ao passo que as Forças poderiam ficar sujeitas a regras mais duras — disse um técnico do governo.
O INSS começou o ano com déficit de R$ 10 bilhões (diferença entre receitas e pagamento de benefícios). Na comparação com janeiro de 2016, o rombo cresceu 78,3%.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Sem privilégios - Há muito as Forças Armadas contribuem para o equilíbrio do Orçamento

"Como atrair e reter bons profissionais imputando-lhes apenas sacrifícios?" pergunta o Comandante da Marinha

Eduardo Bacellar LEAL FERREIRA*
O que esperar dos militares de uma nação com um extenso litoral, diversas bacias hidrográficas e vasta área oceânica, de onde extrai importantes riquezas e por onde realiza quase a totalidade de suas trocas comerciais?
A sociedade atribui às Forças Armadas a missão de defesa da pátria, de garantia dos poderes constitucionais e da lei e da ordem, com a responsabilidade de se interpor a ameaças externas e de servir como baluarte da democracia, das liberdades individuais e como o último recurso para a preservação da ordem pública.
Para cumprirmos essa abrangente missão, precisamos estar presentes nos quatro cantos do Brasil e na sua ampla área marítima, com pessoal motivado, adestrado e disposto a abdicar de direitos, normalmente, assegurados aos demais cidadãos.
No que tange à Marinha, marinheiros e fuzileiros dedicam-se diuturnamente à defesa da pátria, à patrulha da fronteira marítima, às missões de paz e de ajuda humanitária, ao apoio às pesquisas na Antártica e à garantia da lei e da ordem. Atividades duradouras, que requerem frequentes afastamentos do lar, impõem riscos à vida e extenuantes cargas de trabalho, sem direito a horas extras, adicional noturno ou gratificações por periculosidade.
Dedicação exclusiva, disponibilidade 24 horas e mobilidade geográfica geram restrições à família militar, como mudanças recorrentes de residência para locais, por vezes, inóspitos e sem infraestrutura, com impacto no emprego do cônjuge e na educação dos filhos.
Contudo, em detrimento das especificidades da atividade militar, alguns defendem a inclusão das Forças Armadas nos regimes da Previdência, sob a tese simplista de que o pagamento dos inativos e pensionistas contribui para o seu déficit.
As Forças Armadas não possuem previdência, e sim um Sistema de Proteção Social que visa a assegurar dignidade aos militares e dependentes, em razão das peculiaridades da profissão. Sua preservação não é para conceder “privilégios”, mas sim atender à necessidade de amparo da família por uma mínima estrutura social e legal. Como atrair e reter bons profissionais imputando-lhes apenas sacrifícios?
Há muito contribuímos para o equilíbrio do Orçamento. As despesas com inativos e pensionistas caíram de 0,71% do PIB em 2003, para 0,53% em 2015, com tendência decrescente. A MP 2.215- 10/2001 extinguiu direitos, alguns deles disponíveis para outras carreiras, como auxílio-moradia. Contribuímos para a pensão dos dependentes por toda a vida, em média por 60 anos. Sem a possibilidade de sindicalização ou direito à greve, nossos salários sofreram contínuas defasagens, a despeito das grandes responsabilidades a nós atribuídas.
Apesar dos mares bravios que ora enfrentamos, a exemplo dos soldados e aviadores, marinheiros e fuzileiros navais seguirão vigilantes no mar e águas interiores, participando das mais variadas missões no país e no exterior, esperando, assim, superar as expectativas da população brasileira na defesa dos interesses da nação, se preciso for com o sacrifício da própria vida.
*Almirante-de-Esquadra e comandante da Marinha
Fonte > Ricardo Noblat (O Globo), via Marinha/montedo.com

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

SISTEMA DE PROTEÇÃO SOCIAL DOS MILITARES DAS FORÇAS ARMADAS (FA)

     

Em face das últimas notícias veiculadas pela mídia sobre o Projeto de Reforma da Previdência, as quais afetam diretamente o Sistema de Proteção Social dos Militares, vale esclarecer que o Governo Federal comprometeu-se com as Forças Armadas, afiançando reconhecer as peculiaridades da carreira militar e tratando-as de maneira diferenciada. Essa diferenciação foi reiterada diversas vezes em reuniões com os Comandantes de Forças e tem sido vastamente utilizada pelas autoridades para viabilizar as atividades que têm garantido a estabilidade do país, propósito maior da Nação brasileira. 


      Nesse contexto, o Ministro da Defesa e os Comandantes de Forças vêm dialogando com o Governo para esclarecer as peculiaridades da atividade militar. Por este motivo, grupos de trabalho, integrados por militares das três Forças, têm realizado estudos técnicos sobre o assunto, inclusive com interlocução junto a vários órgãos públicos. Esses estudos abrangem também a reestruturação da carreira e a remuneração do pessoal, haja vista os inúmeros reflexos na vida dos militares e de seus dependentes. 

      Destaca-se que o militar recebe salário médio muito menor que outras profissões de Estado, dedica-se exclusivamente à carreira e não possui os direitos assegurados a qualquer trabalhador, como, por exemplo, direito de greve, remuneração por horas extras, FGTS etc. Dessa forma, soluções simplistas, genéricas ou que contenham apenas o viés contabilista não podem ser aplicadas à atividade militar, causando irreversíveis danos aos alicerces que fundamentam o comportamento e o estado de permanente prontidão das Forças Armadas. 

      Em direção convergente, recentemente, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) realizou um estudo sobre o assunto e concluiu que: “A inclusão das FA na PEC da reforma da previdência seria um grave erro, pois abalaria um pilar fundamental para o equilíbrio de médio e longo prazos do Estado Brasileiro.” No corrente ano, o Comandante do Exército definiu como objetivo principal da Força a gestão do Sistema de Proteção Social dos Militares das Forças Armadas, alocando todos os recursos para a solução deste assunto, tão caro aos militares. 


Gen Div OTÁVIO SANTANA DO RÊGO BARROS 
Chefe do Centro de Comunicação Social do Exército

Fonte > Site Exercito oficial

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

10 COISAS QUE EXISTEM E VOCÊ NÃO SABIA O MOTIVO

10 FUNÇÕES SECRETAS ESCONDIDAS NO CELULAR

O leitor do blog já sabia: governo acena com melhorias nos vencimentos para mexer na previdência dos militares

Publicação original: 21/2 (07:45) - Edição: 11h



Matéria da jornalista Geralda Doca, em O Globo, traz à tona um assunto que é do conhecimento dos leitores do Blog Montedo desde o ano passado. Em 1º de dezembro último, vocês leram sobre isso no no blog: Proposta das Forças Armadas aumenta percentual de auxílio moradia e adicionais pagos aos militares

Resultado de imagem para forças armadasToma lá...
O governo - diz a matéria - avalia melhorar os salários das Forças Armadas em troca de mudanças no regime de aposentadoria dos militares. Em estudo estão a concessão de auxílio-moradia para quem está na ativa e não mora em PNR e o reajuste dos adicionais incidentes sobre os soldos. As medidas são parte de um plano de reestruturação salarial e seriam implementadas gradualmente.

Dá cá...
- Militares e pensionistas passariam a contribuir com 11%, igualando a alíquota dos servidores civis.
- Cabos, soldados e alunos de escolas de formação passariam a contribuir para a Pensão Militar.
- O tempo na ativa subiria dos atuais 30 anos para 35 anos, com regras de transição para não prejudicar quem está mais perto da reserva.

Volta do adicional de tempo de serviço?
Se confirmada, a grande novidade em relação a nossa postagem de dezembro está na possibilidade do retorno do Adicional de Tempo de Serviço, nos moldes vigentes até dezembro de 2000, quando foi editada a MP do Mal. 

Fim da paridade entre Ativa e Reserva?
As mudanças não são suficientes para reduzir o déficit do regime de previdência dos militares, que ultrapassa R$ 30 bilhões. Segundo O Globo, fontes do Governo defendem  medidas mais duras, entre elas o fim da paridade (de reajuste salarial entre ativos e inativos) e do provento integral.

'Não tá morto quem peleia'
A resistência dos militares continua forte, segundo a reportagem. Os argumentos são os mesmos esgrimidos pelos canais oficiais das Forças Armadas: disponibilidade permanente; proibição de greves; ausência do FGTS; entre outros. Pesam em favor dos militares o alto índice de credibilidade junto à sociedade civil e a recente atuação nos presídios e nas paralisações de policiais militares pelo Brasil.

Mudanças na carreira
Como o blog também já noticiou diversas vezes, trabalha-se com a ampliação do limite de idade nos postos e graduações e criação de novos postos. Em 28 de dezembro, noticiamos aqui que o Exército trabalha com a projeção 38 anos de carreira e prevê para os sargentos o acesso ao posto de major. Por sua vez, em outubro do ano passado, o comandante da Aeronáutica já informava ao jornal Zero Hora que a reestruturação da Força prevê a redução de unidades e o aumento de militares temporários, com a consequente diminuição do efetivo do pessoal de carreira.

Cota de sacrifício
Mesmo não havendo margem no Orçamento para novas despesas, o governo estaria disposto a negociar alterações na carreira, melhorando os vencimentos, em troca das mudanças no regime de aposentadoria da categoria.
— Vai depender da contrapartida, da cota de sacrifício que os militares estão dispostos a fazer para contribuir com a reforma da Previdência como um todo — disse ao GLOBO uma fonte graduada.
Com informações de O Globo.

Leia mais sobre carreira dos graduados

Fonte > Montedo

domingo, 19 de fevereiro de 2017

F-35 estreia no Red Flag demostrando suas habilidades de caça de quinta geração

Em sua primeira participação num exercício Red Flag, o F-35A demostrou suas habilidades de caça de quinta geração

F-35A proving its worth at Red Flag combat exercise
An F-35A Lightning II from Hill Air Force Base, Utah, takes off from Nellis AFB, Nev., Feb. 2, 2017, during Red Flag 17-01. This is the first F-35A deployment to Red Flag since the Air Force declared the jet combat ready in August 2016. (U.S. Air Force photo/R. Nial Bradshaw)
Depois de oito dias “em guerra”, o F-35A Lightning II está provando ser um recurso inestimável durante o Red Flag 17-01, exercício de combate aéreo da Força Aérea dos EUA (USAF) realizado na Nellis Air Force Base (AFB), no estado de Nevada.
O F-35A é um caça furtivo de quinta-geração, multimissão, projetado para recolher, fundir, e distribuir mais informação do que qualquer outro caça na história.
O tenente coronel George Watkins, piloto de F-35 e comandante do 34º Esquadrão de Caça, disse que voar o F-35A em combate “parece um domínio aéreo”.
“Quatro de meus pilotos (de F-35A) voltaram de missões, indivíduos que voaram F-15 e F-16 em Red Flag passadas, dizendo: ‘Isso é incrível. Eu nunca tive tanta consciência situacional enquanto estou no ar. Eu sei quem é quem, eu sei quem está sendo ameaçado, e eu sei onde eu preciso ir em seguida. “Você simplesmente não tem todas essas informações de uma vez em plataformas de quarta geração”, disse Watkins.
Desde o início do exercício foram 110 saídas. Nenhuma saída deixou de ocorrer por questão de manutenção e taxa de missão está em 92%. As aeronaves de quarta geração estão com uma taxa de 70 a 85%.
“No primeiro dia em que estivemos aqui, voamos em contra-ataque defensivo e não perdemos um único avião das nossas forças”, disse Watkins. – Isso é inédito.
Enfrentar ameaças superfície-ar altamente sofisticadas é um desafio para aeronaves de quarta geração. Com o F-35A, os pilotos podem reunir e fundir dados de uma multidão de fontes e usar os sensores avançados do jato para identificar com precisão uma ameaça. Em seguida, eles podem eliminá-la com uma bomba de 2.000 libras. Seria impossível para uma aeronave de quarta geração sobreviver a tal missão, de acordo com o Tenente-Coronel Dave DeAngelis, piloto do F-35 e comandante do 419 Grupo de Operações, Destacamento 1.
Enquanto os F-35A eliminavam as avançadas ameaças terrestres, os F-22 estavam dominando as ameaças aéreas e os dois abriam caminho para que os caças de quarta geração operassem.
“No primeiro dia em que estivemos aqui, voamos em contra-ataque defensivo e não perdemos um único avião da nossa força”, disse Watkins. – Isso é inédito.
Os primeiros F-35A operacionais chegaram a Hill AFB em outubro de 2015. A base será eventualmente o lar de três esquadrões de caça F-35 com um total de 78 aeronaves até o final de 2019.
FONTE: nellis.af.mil (tradução e adaptação do Poder Aéreo a partir do original em inglês)/ aereo.jor.br

Espiona que eu espiono

Os céus da Síria andam cheios de drones voando para lá e para cá. Segundo alguns relatos russos o número chega a 50 aeronaves não tripuladas em ação ao mesmo tempo controladas por diversos operadores.
predador monitorado por russos sobre a siriaPortanto, não são raros os encontros de drones com drones ou mesmo drones com aeronaves tripuladas. Embora a maioria desses drones seja de aeronaves não tripuladas de vigilância, algumas transportam armamentos. É possível até que a Síria seja palco do primeiro abate de um drone por outro drone em combate real. O vídeo abaixo apresenta um drone russo acompanhando um drone norte-americano do tipo Predador.
 Fonte > aereo.jor.br